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São diversas as causas que podem levar a uma diminuição do desejo sexual, como estados depressivos e distúrbios psíquicos, o estresse do cotidiano devido ao trânsito e/ou tensões no trabalho, uso de antidepressivos (particularmente os inibidores da recaptação de serotonina) e experiência sexual prévia negativa têm alto impacto na função sexual. Doenças sistêmicas como diabetes, hiperprolactinemia e hipotireoidismo podem cursar com disfunção sexual.

 

Mas o desejo sexual também pode ter relação com a qualidade da alimentação. Estudos mostram que a inclusão dos alimentos ricos em vitaminas e minerais e os conhecidos como ‘afrodisíacos’ podem trazer tal benefício, desde que se tenha uma alimentação equilibrada.

 

Os alimentos afrodisíacos podem ser classificados de acordo com seu modo de ação em três grupos: substâncias que aumentam a libido (ou seja, o desejo sexual, excitação); substâncias que aumentam a potência sexual ou substâncias que aumentam o prazer sexual.

 

Conheça esses alimentos que aumentam o desejo sexual, desde que associados a uma alimentação equilibrada:

Pimenta dos monges (Vitex agnus-castus) considerada como um alimento afrodisíaco, vem sendo associada com efeitos benéficos na saúde e desejo sexual da mulher. Estas propriedades estão relacionadas com a presença de compostos bioativos, como flavonóides (casticina, kaempferol, quercetagetina), glicosídeos iridoides (agnosido e aucubosido), e óleos essenciais, como limoneno, cineol e pineno. Os efeitos terapêuticos da pimenta dos monges são devidos aos efeitos indiretos destes componentes bioativos sobre os níveis hormonais da prolactina e progesterona. É recomendado um consumo de 30 a 40 mg/dia.

Oleaginosas: são fonte de zinco, mineral necessário para produção de esperma e manutenção da potência masculina, por isso tem a fama de aumentar a libido. Sabe-se ao certo que uma carência de zinco provoca infertilidade e impotência.

Gengibre: considerado como um alimento afrodisíaco, por apresentar ação na circulação sanguínea é utilizado contra a disfunção erétil. Estudos mostram que o consumo de gengibre melhora a atividade hormonal masculina.

Chocolate 70% cacau: considerado como um alimento afrodisíaco, possui efeito estimulativo da teobromina – prazer induzido pelo hipotálamo, por afetar os níveis de serotonina. Além disso, o cacau contém flavonóides e um dos efeitos é a ativação da enzima óxido nítrico sintase no endotélio, com consequente aumento da produção de óxido nítrico, responsável por aumentar o fluxo sanguíneo, sendo assim importante para manter a ereção.

Cereais integrais: são fonte de arginina, precursora do óxido nítrico, promotor da vasodilatação, permitindo um maior fluxo sanguíneo, sendo um dos componentes fundamentais para que ocorra a ereção.

Abacate e mamão: o abacate é rico em vitamina E e o mamão em betacaroteno. Enquanto a vitamina E aumenta a motilidade dos espermatozóides, o betacaroteno é essencial para a produção normal de espermatozóides. Além disso, são vitaminas antioxidantes, e estudos puderam observar que os espermatozóides são particularmente propensos a danos oxidativos, pelo fato de gerarem espécies reativas de oxigênio (EROS), portanto o consumo desses antioxidantes ajuda a combater os efeitos nocivos da produção em excesso dessas EROS.

 

O que pode comprometer o desejo sexual:

Alimentos com agrotóxicos: estudos mostram que um consumo frequente desses alimentos pode ocasionar distúrbios do sistema reprodutivo – como infertilidade e câncer de testículo. Como alternativa, consuma alimentos orgânicos.

Carboidratos refinados (feitos com farinha branca e açúcar): são pobres em vitaminas e minerais, importantíssimas para um bom funcionamento do sistema reprodutivo.

Álcool: se consumido até 1 dose para mulheres (350 ml de cerveja, 150 ml de vinho, 40 ml de bebidas destiladas - uísque, conhaque, rum, vodca) e o dobro para os homens, pode não apresentar prejuízo. Porém, se passar dessa quantidade pode interferir na qualidade do esperma, prejudicar a absorção de minerais importantes na manutenção das células germinativas e afetar o balanço de hormônios reprodutivos de homens e mulheres.

Bisfenol A: presente em embalagens plásticas pode passar para os alimentos quando aquecidas, e esta substância está relacionada com a piora da qualidade do esperma, diminuição do número de espermatozóides e em mulheres com a piora da fertilidade e irregularidade do ciclo menstrual. Para isso, evite aquecer os alimentos em embalagens plásticas e evite o consumo de alimentos congelados e enlatados.


Currículo da Especialista:
Patrícia Bertolucci.
Nutricionista da PB Consultoria em Nutrição formada pela Universidade Federal de Goiás, onde também cursou Educação Física, sem completar este último curso.

 


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