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Visualizando- Acompanhamento terapêutico e família por Ana Sardinha

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Otrabalho do acompanhante terapêutico exige determinação e muita paixão.

Trabalhamos em um setting terapêutico muito diferente do setting da clínica tradicional, é como em um teatro onde já existe um contexto definido e papéis estabelecidos, então, alguém esquece a sua cena e a família nos chama, esperando assim que façamos com que este ator, volte para a sua cena e seu papel determinado e não estrague a peça.

A loucura é vista como algo que precisa ser consertado, e a família espera que o AT conseguirá fazer com que o individuo louco exerça novamente as funções que exercia. A famÍlia chama um AT, com o intuito de que este consiga fazer o paciente voltar a realidade, gerando um conflito de interesses, pois o AT não vem para “consertar o que está errado”, mas para acompanhar o paciente em seu percurso, em sua viagem.

O AT deve estar ao lado do paciente, acolhendo-o da maneira que ele é, isto significa que não deve-se podar as suas diferenças, mas pensar nelas e lançar estratégias para inserir esse individuo de alguma maneira na sociedade.

Não é possível transformar um psicótico em um neurótico, apesar de sabermos disso, a família não sabe, e espera ao final do trabalho, ter de volta o parente querido.

Os sonhos da família são diferentes dos sonhos do paciente, e o AT, precisa levar em consideração as duas coisas, cuidar do paciente e acolher a família.

O trabalho do AT levará a mudança na vida do paciente e isso implicará que a família também se reorganize para acompanhar essas mudanças.

O problema é que em grande parte das vezes, a família não está disposta a se modificar, podendo assim frustrar e atrapalhar o trabalho do AT, com o paciente.

Nesse momento para realizar o seu trabalho, o AT precisa ter estratégias para tomar a família como amiga e não como inimiga.

Curriculo da especialista:

Ana Sardinha

São Paulo, SP, Brazil

Psicóloga clínica Psicanalista, trabalho principalmente com questões referente ao processo de luto e morte, divórcios, comportamentos compulsivos e depressões entre outros problemas e doênças emocionais. Sou especialista em Psicopatologia pela USP e Acompanhamento Terapêutico. Atualmente sou psicologa do IPq (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo) onde atuo no ambulatório dos transtornos de personalidade. Atendo em consultório particular na região da Av. Paulista. prox ao metrô Paraiso Fone:(11)4119-5230/(11)8135-9533 email: arfsardinha@hotmail.com - Atendimentos: adolescentes e adultos


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