Beleza ou Inteligencia - BabyBoomers Brasil


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A beleza sempre foi generosa para com a ignorância. Aparentemente, não existe qualquer conflito que magoe a imagem dos que se apresentam com estas duas condições.

Se a ignorância é um problema deprofundidade, detectada ao longo de um relacionamento; a beleza possui a inteligência do encanto que preserva a sua superficialidade e oculta as suas capacidades intelectuais.

Ao belo perdoa-se tudo e ao feio não nos escapa nada. A fealdade parece ser o tormento das pessoas inteligentes. Normalmente, a inteligência não produz forma corporal atractiva. Inteligente e belo são atributos para os quais a perfeição tem escassos argumentos.

Enquanto a inteligência é uma qualidade direccionada para uma determinada função da vida; a beleza é uma especialização da própria vida. O resultado seria este: se a inteligência representa um quadro teórico para quem a existência o condiciona em consequência da obsessão pelo saber; a beleza liberta-se dos encargos da inteligência e transforma-se na imagem prática que todos ambicionam.

 

Nas relações íntimas e de enamoramento os inteligentes e feios sofrem da incapacidade de aproximação às pessoas para quem a beleza é o principal acessório que a natureza lhes concedeu. Será a beleza uma barreira à inteligência? O certo é que uma mulher bela e com um baixo nível de cultura raramente sente por um homem feio e inteligente algum estímulo amoroso. Não há uma atracção afectiva e muito menos física, uma vez que a condição de inteligente é uma desvantagem em relação à sua imagem. Sendo a beleza um atributo natural, embora recorra aos artifícios da produção, a sua função não contextualiza com a complexidade mental da pessoa inteligente. Poder-se-á dizer que a inteligência criou a sua própria caricatura.


Se é verdade que a beleza convive bem com o vazio intelectual (a imagem da beleza é irracional), não é menos verdade que a inteligência sai sempre derrotada em confronto com o belo. O carácter inteligente da pessoa feia – fisicamente deselegante e desajustada dos padrões exigidos pela boa imagem – carece do sentido prático da aproximação à mulher bela por via dos sentimentos e das emoções.

 

É caso para dizer: o amor de um homem feio é uma ruga no rosto de uma mulher cuja essência é a beleza.

As atitudes do homem inteligente que carrega a máscara da fealdade nunca se libertarão do risível que consiste a sua arte na conquista do amor por uma mulher fútil e atraente. A inteligência de que padece é um obstáculo ao engate. A sua intelectualidade não faz milagres quando a beleza é uma força que imobiliza os seus desejos. O seu coração sofre de irresolução do conceito de beleza.

 

O ridículo que cria à sua volta é uma equação que nenhuma inteligência consegue resolver. Os homens inteligentes e feios ignoram a noção da diferença e da harmonia e sujeitam-se ao escárnio que a beleza lhes reservou. Não percebem que estão a cometer um insulto. Como se o castigo fosse pouco, muitos deles não possuem o talento verbal para enfeitiçar o que mais desejam. São especialistas na sabedoria abstracta, mas tropeçam na matéria corporal.


A beleza não é escola para génios. As mulheres ocas e belas preferem o diploma da aparência. Dão mais importância ao culto da maquilhagem. Projectam a imagem sem preocupações de economia e desprezam todas as coisas em que gastam dois minutos a pensar. Encaram a beleza interior como uma filosofia criada por pessoas belas para minimizar os estragos de consciência das pessoas feias. São de convivência fácil e tolerante, desde que os homens inteligentes e trambolhos não embaciem o espelho onde a beleza ostenta a sua raça.


Praticamente é isto: inteligência em tanta beleza menospreza o inteligente e enobrece a natureza.


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