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A prática do Pilates contribui para aumentar o bem-estar e a qualidade de vida.

 

 

 

Introdução:


Atualmente, a população mundial mostra-se acometida por várias doenças relacionadas ao sedentarismo (FERREIRA et al, 2007). A atividade física tem constantemente se destacado nos meios de comunicação, sendo considerada de extrema importância no combate ao sedentarismo (QUADROS; FURLANETTO, sd). Neste sentido, é cada vez maior a conscientização da necessidade da prática de alguma atividade física, principalmente com caráter preventivo (FERREIRA et al, 2007). A fim de melhorar a qualidade de vida, cada indivíduo possui suas preferências ao procurar atividades que trabalhem o corpo de uma forma global e interessante (SACCO et al, 2005).

A prática do Pilates surge como uma nova tendência na realização de exercícios físicos, trazendo uma abordagem mais holística e de valorização da interação entre a mente e o corpo, em busca de uma maior consciência corporal e de uma postura mais equilibrada (QUADROS; FURLANETTO, sd).  Além da contribuição para a forma física, nos últimos anos, o Pilates tornou-se um método popular na reabilitação (ALVES et al, 2009; BERTOLLA et al, 2007). Por todo seu conjunto, o Pilates é hoje utilizado por fisioterapeutas como auxílio ao tratamento fisioterapêutico, nas mais diversas patologias ortopédicas, reumatológicas e respiratórias (RODRIGUES, 2006).

Este estudo pretende realizar uma revisão de literatura sobre o Método Pilates, enfatizando a história do seu surgimento e os princípios que o orientam.

 

Conceitos, princípios e características do Método Pilates:

O método Pilates é um programa completo de condicionamento físico e mental, uma técnica dinâmica que visa trabalhar força, alongamento, flexibilidade e equilíbrio, preocupando-se em manter as curvaturas fisiológicas do corpo (MUIRHEAD, 2004; MIRANDA; MORAIS, 2009; SACCO et al, 2005; QUADROS; FURLANETTO, sd; BERTOLLA et al, 2007). Trabalha reforçando, realinhando e reequilibrando o corpo, melhora a consciência corporal e reduz o risco de danos ou lesões. É um método de treinamento contra resistência que trabalha com exercícios musculares de baixo impacto, envolve exercícios integrados e controlados, em que o corpo e a mente se influenciam mutuamente, sendo esta a característica que estabelece a diferença entre outras formas de exercício físico (GÓMEZ; GARCÍA, 2009).

O método Pilates é a fusão da abordagem oriental e ocidental. Baseia-se em princípios da cultura oriental - como ioga, artes marciais e meditação, sobretudo relacionados às noções de concentração, respiração, equilíbrio, percepção, controle corporal e relaxamento - e da cultura ocidental, destacando a força e o tônus muscular (CRAIG, 2005; MUSCOLINO; CIPRIANI, 2004a; SILVA; MANNRICH, 2009; PIRES; SÁ, 2005).

O Pilates pode ser definido como a técnica, método ou arte baseado na contrologia, definida como o controle consciente de todos os movimentos musculares do corpo (NETTO et al, 2008; FERREIRA et al, 2007; KOLYNIAK; CAVALCANTI; AOKI, 2004; BERTOLLA et al, 2007; ALVES et al, 2009). É a coordenação completa entre corpo, mente e espírito; um treinamento físico e mental, que melhora a consciência corporal por trabalhar o corpo como um todo, objetivando controle e precisão para prática correta das atividades, evitando movimentos compensatórios e melhorando a consciência corporal. (QUADROS; FURLANETTO, sd; RODRIGUES, 2006; PILATES; MILLER, 1998).

Os exercícios do método Pilates são, na sua maioria, executados na posição deitada, havendo diminuição do impacto nas articulações de sustentação do corpo e, principalmente, na coluna vertebral, permitindo recuperação das estruturas musculares, articulares e ligamentares, particularmente da região sacrolombar. Dessa forma, pessoas de qualquer idade podem se beneficiar do método, que melhora a qualidade de vida e o desempenho nas atividades de vida diária e profissional, desenvolvendo a estabilidade corporal necessária para uma vida mais saudável e longa (GALLAGHER; KRYZANOWSKA, 2000; PILATES, 2000; CAMARÃO, 2004).
Visando o movimento consciente sem fadiga e dor, o método baseia-se em seis princípios: a respiração, o controle, a concentração, o movimento harmônico ou fluidez de movimento, o centro de força e a precisão (SACCO et al, 2005; BERTOLLA et al, 2007; MENDONÇA; SILVA, sd; NETTO et al, 2008; CRAIG, 2004; LANGE et al, 2000; PIRES; SÁ, 2005).

Segundo o princípio da concentração, durante todo o exercício, a atenção é voltada para cada parte do corpo, para que o movimento seja desenvolvido com a maior eficiência possível. Assim, ocorre a conscientização corporal e o aprendizado motor, que é o grande objetivo da técnica (PIRES; SÁ, 2005; MARIN, 2009; RODRIGUES, 2006; GÓMEZ; GARCÍA, 2009; CURI 2009).

No Método Pilates, a mente deve controlar cada movimento, pois o controle na execução de cada movimento alcança a harmonia e aprimora a coordenação motora, evitando contrações musculares inadequadas ou indesejáveis (RODRIGUES, 2006; MARIN, 2009; PIRES; SÁ, 2005). Não devem ser realizados movimentos rápidos e bruscos, pois é desta maneira que o método consegue reduzir o risco de lesões (GÓMEZ; GARCÍA, 2009; CURI, 2009).

A precisão está diretamente ligada ao controle. Concentrando-se em cada etapa do movimento e conhecendo o corpo, é possível desenvolver o controle necessário para se obter a precisão de cada movimento (RODRIGUES, 2006; MARIN, 2009). A precisão é de fundamental importância na qualidade do movimento e no realinhamento postural do corpo (GÓMEZ; GARCÍA, 2009; PIRES; SÁ, 2005; PANELLI; DE MARCO, 2006). Para que isso aconteça, deve-se utilizar de poucas repetições de cada exercício (PANELLI; DE MARCO, 2006). 

Joseph Pilates chamou o princípio do centramento de “powerhouse” ou “centro de força”. Constitui-se pelos músculos abdominais (reto abdominal, oblíquo interno e externo, transverso do abdome), glúteos e paravertebrais lombares, que são responsáveis pela estabilização estática e dinâmica do corpo (CURI, 2009; SILVA; MANNRICH, 2009; RODRIGUES, 2006). Este centro de força forma uma estrutura de suporte, responsável pela sustentação da coluna e órgãos internos, estabilização do tronco, manutenção da postura correta, com menor gasto energético aos movimentos (PIRES; SÁ, 2005; MARIN, 2009) e diminuição do risco de lesões (GÓMEZ; GARCÍA, 2009). Durante os exercícios, a expiração é associada à contração do diafragma, do transverso abdominal, do multífido e dos músculos do assoalho pélvico (PIRES; SÁ, 2005). Assim, a musculatura abdominal é intensamente trabalhada (JAGO et al, 2006; SILVA; MANNRICH, 2009).

Os movimentos realizados durante a execução de cada exercício devem respeitar a fluidez, a leveza e a harmonia, sendo realizados de forma controlada e contínua, absorvendo os impactos do corpo. Ao contrário, movimentos truncados, pesados, que criam choques no solo, levam ao desperdício de energia, além de tornar os tecidos propensos ao desgaste e lesões (RODRIGUES, 2006; PIRES; SÁ, 2005; GÓMEZ; GARCÍA, 2009; MARIN, 2009; MIRANDA; MORAIS, 2009).

No Método Pilates todos os exercícios são associados à respiração. Joseph Pilates enfatizava a respiração como o fator primordial, a inspiração ocorre para preparar-se para o movimento e a expiração ocorre enquanto o executa (MARIN, 2009; RODRIGUES, 2006; CRAIG, 2004; GALLAGHER; KRYZANOWSKA, 2000; PIRES; SÁ, 2005). Segundo Camarão (2004), antes de qualquer benefício alcançado com o uso do método, a pessoa necessita aprender a respirar corretamente. O padrão respiratório do método é considerado uma terapia porque busca diminuir o seu ritmo e aumentar a sua profundidade.

Gómez e García (2009) afirmam que existe, ainda, o princípio do relaxamento, segundo o qual, durante as sessões, não se deve criar tensões desnecessárias e, ao final da sessão, a pessoa deve se encontrar renovada e cheia de energia. E o princípio da rotina, em que deve ser seguida uma rotina regular de exercícios, ainda que não se disponha de muito tempo, fato imprescindível para conseguir efeitos benéficos.

Os exercícios da técnica Pilates são realizados em aparelhos desenvolvidos pelo próprio Joseph ou em solo (conhecidos como MAT) (RODRIGUES, 2006; PIRES; SÁ, 2005; NETTO et al, 2008). Podem ser utilizados acessórios que não foram utilizados originalmente por Pilates, como bolas suíças, elásticos, borrachas e halteres. Os exercícios realizados em solo utilizam o peso corporal e a força da gravidade como fatores de resistência, assim como podem ser acrescentados acessórios (QUADROS; FURLANETTO, sd).

Já os exercícios realizados nos aparelhos envolvem uma larga possibilidade de movimentos. Sua intensidade é fornecida através das molas, que, além de oferecerem resistência, muitas vezes são usadas como assistência aos movimentos (QUADROS; FURLANETTO, sd; PIRES; SÁ, 2005). Na fisioterapia, as molas, entre outros dispositivos, são utilizadas na reabilitação como forma de cinesioterapia resistida mecanicamente, cujo objetivo é aumentar força, resistência à fadiga e potência muscular (NETTO et al, 2008). Dessa forma, pode ocorrer uma evolução do indivíduo praticante, à medida que se aperfeiçoa, visando alcançar a posição de máximo esforço e eficiência para aquele exercício (SACCO et al, 2005; NETTO et al, 2008; SILVA et al, 2009).

Os aparelhos mais utilizados são: reformer, cadillac ou trapézio, cadeira, barril e unidade de parede. O Reformer foi o primeiro equipamento construído por Pilates. Em forma de cama, é composto por um carrinho deslizante, molas e cordas (PIRES; SÁ, 2005). É o mais completo dos aparelhos, oferece diversas alternativas de trabalhos para membros superiores e inferiores (GALLAGHER; KRYZANOWSKA, 2004). A cadeira é um aparelho com duas molas de mesma intensidade, pedal antiderrapante e três pares de parafusos em escalas (alavancas) que favorecem o controle de carga.  O Cadillac possui duas barras de ferro fixas a um colchão, barra de trapézio, duas barras móveis, uma vertical e outra horizontal, e é utilizado para os exercícios aéreos. O Ladder Barrel é o único aparelho que não possui molas e é muito utilizado para trabalhos abdominais, paravertebrais e para alongamento (GALLAGHER; KRYZANOWSKA, 2004; BARRA; ARAÚJO, 2007). O Wall Unit é um aparelho de ferro fixo na parede. Contém molas, barra móvel, cinto de segurança e ganchos (PIRES; SÁ, 2005).

Referências:

1. ALVES, A.; CHUQUI, E.; SOUZA, C.; ROSSI, L. Grau de satisfação com a imagem corporal em praticantes de pilates. Buenos Aires - Ano 13 - Nº 128 – Janeiro. 2009.
2. ANDERSON, D.; SPECTOR, A. Introducion to Pilates-based rehabilitation. Orthopedic Physical Therapy Clinics of North America. Vol. 9, Num. 3, p. 395. 2000.
3. BARRA, B.S.; ARAÚJO, W.B. O efeito do método Pilates no ganho da flexibilidade. Linhares, 2007. 37p. Monografia para obtenção de título de Bacharel em Educação Física – Faculdade de Ciências Aplicadas Sagrado Coração (UNILINHARES), Linhares, 2007.
4. BERTOLLA, F.; BARONI, B.M.; JUNIOR, E.C.P.L.; OLTRAMARI, J.D. Efeito de um programa de treinamento utilizando o método Pilates na flexibilidade de atletas juvenis de futsal. Rev Bras Méd Esporte vol.13 no.4 Niterói July/Aug. 2007.
5. CAMARÃO T. Pilates no Brasil: corpo e movimento. Rio de Janeiro: Elsevier; 2004.
6. CRAIG, C. Pilates com a bola. 2 ed. São Paulo: Phorte. 2004.
7. CURCI, L.B. A utilização do Método Pilates para melhoria da flexibilidade corporal e maior tolerância ao exercício (estudo de caso). [Monografia]. Cascavel (PR): Faculdade Assis Gurgacz. 2006.
8. CURI, V.S. A influência do método pilates nas atividades de vida diária de idosas. Dissertação de mestrado. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Porto Alegre. 2009.
9. FERREIRA, C.B.; AIDAR, F.J.; NOVAES, G.S.; VIANNA, J.M.; CARNEIRO, A.L.; MENEZES, L.S. O método Pilates sobre a resistência muscular localizada em mulheres adultas. Motricidade 3(4): 76-81. 2007.
10. GALLAGHER, S.P.; KRYZANOWSKA, R. O Método Pilates de condicionamento físico. São Paulo. The Pilates Studios Brasil São Paulo.  2000.
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13. KOLYNIAK, I.E.G.; CAVALCANTI, S.M.B.; AOKI, M.S. Avaliação isocinética da musculatura envolvida na flexão e extensão do tronco: efeito do método Pilates. Rev Bras Med Esporte v.10 n.6 Niterói nov./dez. 2004.
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15. LATEY, P.  The Pilates method: history and philosophy - Journal of bodywork and movement therapies, v.5, n.4, abril/junho. 2001.
16. MARIN, M.N. Pilates en la escuela. Revista Digital - Buenos Aires - Ano 14 - Nº 132 – Maio. 2009.
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21. NETTO, C.M.; COLODETE, R.O.; JORGE, F.S.; SILVA, J. Estadiamento da Força Desenvolvida pelas Diferentes Molas do Pilates em Diferentes Distâncias de Tensão. Perspectivas Online, v.2, n. 8. 2008. 
22. PANELLI, C.; DE MARCO, A. Método Pilates de condicionamento do corpo, um programa para toda a vida. São Paulo: Phorte. 2006.
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24. PILATES, J.H.; MILLER, W.J. Return to life through contrology. New Easy to read, Incline Village USA. 1998.
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28. SACCO, I.C.N.; ANDRADE, M.S.; SOUZA, P.S.; NISIYAMA, M.; CANTUÁRIA, A.L.; MAEDA, F.Y.I.; PIKEL, M. Método pilates em revista: aspectos biomecânicos de movimentos específicos para reestruturação postural – Estudos de caso. R. bras. Ci e Mov. 13(4): 65-78. 2005.
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32. VITI, P.P.; LUCARELI, P. Avaliação postural antes e após 75horas/aulas do método Pilates em fisioterapeutas e educadores físicos. Centro Universitário São Camilo. Disponível em: http://www.portalsaudebrasil.com/artigospsb/pilat004.pdf. Acesso em: 13/11/2010.


Curriculo da Especialista
 
Joseli Franceschet Comunello

Fisioterapeuta (UDESC/SC). Especialista em Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica (IOT Passo Fundo/RS)

http://www.institutosalus.com


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